Set in a futuristic city where the population is divided among those who can enjoy a financially stable life, those trying to survive unemployment, and the androids who serve humans, Detroit: Become Human (Quantic Dream, 2018) presents players with a morally driven experience. To be more precise, it addresses the question of what defines humanity, by reflecting on what defines humanity and how this definition relates to interpersonal relationships. In this essay, I discuss how the game is played, as it poses moral dilemmas to players, and how choices are encouraged or not. I use my own experience playing the…


Despite the efforts of so many people trying to demonstrate the politics inherent in games, we have a lot of work to be done still. As a product of fiction, a game is produced in a period of time as well as in a place, which puts it in a position of a medium used to represent beliefs and social values from the context it is created. One aspect of its political dimension is related to the narrative it presents and to which characters are given the entitlement of speaking. In fact, we find examples of it in Final Fantasy…


Paulo
Doutorando e fascinado com os diferentes jeitos de trazer discussões teóricas para os elementos do cotidiano. Final Fantasy é vida, mas gosto de outras coisas também.

Caso queira entrar em contato, você pode me enviar um e-mail (pkawanishi@hotmail.com.br) ou você pode falar pelo Twitter mesmo (Paulo Noboru).

Os textos postados aqui foram, inicialmente, postados no blog The Critical Points


At the beginning of Death Stranding, you are certain of two things: you must walk long distances to deliver a variety of packages and you will need to deal with some kind of ghosts that will try to kill you. Simple as that. Whilst it gets along and characters are presented, it is possible to distinguish a characteristic among them. Kojima’s characters have names that sound very obvious and cheesy. Nonetheless, their obviousness has a role: to lead the player in a way of questioning the duality of key notions from their own world.

Before starting Death Stranding, I knew…


Quais segredos poderíamos descobrir se conseguíssemos olhar dentro da mente de cada um?

Esta é a premissa de AI The Somnium Files, um visual novel ambientado em um cenário de ficção científica que te coloca no meio de uma investigação. Ele foi escrito por Kotaro Uchikoshi e lançado pela Spike Chunsoft em 2019. No papel de Kaname Date, um policial da unidade ABIS, os primeiros minutos do jogo te apresentam a cena de um violento crime: um corpo é encontrado, preso a um os cavalos de um carrossel, pertencente a um parque de diversões em uma área abandonada da cidade…


obs: texto originalmente escrito para o blog The Critical Points

A minha história com Final Fantasy XII começou em 2006, seu ano de lançamento. Na época, eu não sabia o nome de seus diretores (Hiroyuki Ito e Hiroshi Minegawa), assim como não tinha noção das mudanças propostas pelo jogo. Na verdade, isso não importava. Afinal, tudo se resumia ao simples fato de ser mais um Final Fantasy e, rapaz, como eu já amava Final Fantasy.

Era a época de ouro do Playstation 2, pois você podia ir ao centro da cidade e comprar três jogos por cinco reais. Os catálogos…


O campo das artes é, sem dúvida, o lugar por excelência de exploração do futuro da humanidade. Seja um apocalipse ou uma utopia, sempre acabamos tendo um gostinho disso em filmes, livros ou jogos, por exemplo. Lembro-me que o filme “Ex-Machina” ganhou uma grande repercussão pelos interessados por ficção científica ou apenas por apenas relação máquina-humano. Eu sabia, ao ter terminado de assistir pela primeira vez, que havia adorado. No entanto, na época, não havia percebido que ele me mostrava algo importante.

O filme, ao contar a história de Ava ou o próprio “Inteligência Artificial”, com a história da jornada…


Em alguns lugares do mundo, enfrenta-se um situação que, para o contexto da academia, é problemático. Muitos estudantes de pós-graduação não produzem nem durante e nem depois de terminado o mestrado/doutorado. Deixando de lado, por um momento, a discussão sobre “publique ou pereça”, gostaria de conversar, brevemente, sobre confiança e escrita.

Motivado pela minha curiosidade e por alguns projetos atuais, passei a ler alguns papers que tratam da escrita na pós-graduação. Um deles, escrito por Barbara Kamler, intitulado “Rethinking doctoral publication practices: writing from and beyond the thesis”, propõe uma discussão que me interessa como um todo, mas gostaria, agora…


Texto originalmente escrito para o blog Casting Flare

Na temporada de inverno deste ano, havia alguns animes já encaminhados pelo trem do hype. Tivemos a volta de Sakura Card Captor, a primeira adaptação para anime da obra de Junji Ito, a belezinha da Violet Evergarden, toda trabalhada pela Kyoto Animation e, em um dos vagões desse trem tão conhecido, Darling in the Franxx. Acompanhado pelo nome da Trigger, estúdio que tem títulos como Kill la Kill e My Little Witch Academia, Darling veio como uma das promessas da temporada.

O anime começou e por volta do quinto episódio, pelo menos…


Há algum tempo, tenho pensado em textos para colocar no blog. De início, havia considerado tocar em assuntos relacionados apenas aos meus interesses de pesquisa. Contudo, o ato de ser pesquisador, de fazer parte, como doutorando, de um programa de pós-graduação, vai muito além do que imbricar teoria e objeto de estudo. A escrita é uma parte da vida de um pós-graduando e que irá te acompanhar (assim como irá te atormentar) por todo o processo. Sendo assim, decidi que este blog também será um espaço para que eu trate de um assunto que gosto muito: a produção acadêmica.

Estou…

Paulo Noboru

Mestre em Linguística Aplicada (Unicamp) e, atualmente, doutorando em LA.

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